Fisioterapia para Condromalácia Patelar

 

 

Ter condromalácia pode ser muito incômodo.

 

As queixas mais comuns são dores durante ou após atividades onde se dobra ou estica o joelho muitas vezes. Atividades como correr, subir/descer escadas, pedalar, caminhar (especialmente aclives), agachar, saltar, praticar esportes, dentre outras.

 

Se você deseja realizar um tratamento moderno, cientificamente embasado, para a condromalácia, entre em contato conosco.

 

 

 

Nosso atendimento é dirigido tanto para atletas como para pessoas que não praticam esportes.

 

Queremos ajudá-lo a superar suas dores. Entre em contato e agende uma sessão.

 

 

 

 

 

 

 

--- Não estamos querendo ser alarmistas, mas condromalácia patelar é coisa séria. É uma das principais causas de afastamentos de adolescentes das práticas esportivas, com possíveis repercussões para a qualidade de vida e saúde na idade adulta e terceira idade! ---

 

 

 

 

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O telefone é (11) 9-6587-6510.

 

Atendemos a domicílio e também na Wet Academia (http://www.wetacademia.com.br). 

 

A seguir, citamos alguns de nossos casos clínicos no tratamento da condromalácia.

 

 

Caso Clínico 1 - resolução dos sintomas com apenas 2 sessões

mulher de 25 a 35 anos, praticante de corrida, começou a sentir dores após um alongamento feito de forma forçada. Se sentia com MUITA dificuldade de subir escadas, o que era necessário no local de trabalho, embora conseguisse correr com leve incômodo, que se iniciava após 10 minutos de prática (e que não estava presente antes de se iniciarem as dores). O que se observou foi que, ao subir e descer escadas, o joelho caía para dentro (valgo do joelho). Foi feita estabilização e correção do movimento através do uso das técnicas de facilitação neuromuscular proprioceptiva durante o movimento de subir e descer escadas (correção do movimento feita durante a atividade em que ele precisa ser corrigido). Após a segunda sessão paciente estava completamente sem dor (fosse ao subir escadas ou após corrida prolongada), sendo que foi continuada fisioterapia com adição de exercícios de estabilização e reequilíbrio muscular. Alta após a sexta sessão.

 

 

 

Caso Clínico 2 - resolução dos sintomas em 2 sessões

mulher de 45 a 55 anos, com dores de joelho que se iniciaram progressivamente na academia, aparecendo ao realizar exercícios de agachamento e afundo. Passou, também, a ter dificuldades ao subir escadas. Realizamos uma avaliação geral e uma avaliação específica do gesto esportivo, com foco no movimento do afundo e do agachamento e observamos algumas alterações que, quando corrigidas, permitiam a paciente realizar exercícios sem dor. Orientamos essas correções e pedimos que repetisse a atividade, sem dores ou sintomas, até que o movimento ficasse automatizado. Apenas duas sessões foram necessárias para a eliminação dos sintomas. Realizamos um trabalho de fortalecimento (a paciente estava afastada de exercícios de pernas e membros inferiores) e, num total de 6 sessões, estava sem limitações ao subir escadas ou ao realizar treino de musculação.

 

 

 

Caso Clínico  3 - resolução dos sintomas em 3 sessões

Paciente do sexo feminino, 25 a 35 anos de idade, encaminhada com diagnóstico de "estiramento de quadríceps" e queixa na região interna da patela (parte de dentro do joelho). Nossa avaliação não identificou evidência de estiramento, apenas dor devido ao déficit de ativação da musculatura, especialmente do vasto medial. Realizamos re-treinamento da musculatura, em 3 sessões todos os sintomas foram eliminados.

 

 

 

Caso Clínico  4 - alta em 20 sessões

Mulher entre 35 e 45 anos de idade, com dores em ambos os joelhos que sempre "iam e vinham", mas que se agravaram e "vieram pra ficar", cerca de 4 meses antes de fazermos a avaliação inicial. Realizava exercícios (musculação e treino intervalado de alta intensidade - HIIT), mas interrompeu todos os treinos, quando as dores passaram a acontecer não somente após o treinamento, mas também durante. Tinha dificuldades em agachar, andar em terreno instável, ao caminhar ou ficar de pé por tempo prolongado, ao correr e subir e descer escadas.

 

Nossa avaliação nos indicou exercícios em ângulos e dosagem específicos para a paciente, com os quais iniciamos o tratamento. Com 8 sessões, as dores já estavam muito menores,  passamos a um treinamento mais intenso de toda a musculatura de membros inferiores e, paralelamente, começamos o retorno à corrida (na esteira - local habitual de treino). Com 16 sessões, sentia apenas leve incômodo no joelho ao correr, sem dores ou sintomas em outras atividades. Embora não apresentasse alterações importantes no gesto da corrida, havia uma leve alteração no posicionamento da bacia. Fizemos a correção através de orientações de foco interno (aquela que se pede ao paciente perceber o movimento e a alteração e corrigir) e isso eliminou completamente o incômodo. Continuou treinando com essa correção para automatização do movimento. Alta - sem quaisquer dores ou limitações - após a vigésima sessão.

 

 

Entre em contato e comece seu tratamento agora: (11) 9-6587-6510.

 

 

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