Tratamento para Dores na Coluna

 

 

 

 

 

 

Tratamos dores nas costas há mais de 10 anos. Atendemos inúmeros pacientes com Hérnias de Disco, Espondilolistese, músculos tensos, vértebras travadas e tantos outros e podemos dizer que oferecemos um dos melhores tratamentos para essas situações.

 

Nossa proposta de tratamento visa diminuir sua dor na coluna, podendo eventualmente eliminá-la, já na primeira sessão. Sabemos como as dores de coluna são uma das situações mais desconfortáveis e que mais prejudicam nosso bem estar. E sabemos como os pacientes com dor querem que isso seja resolvido o mais rápido possível.

 

Tratamos desde as condições mais simples até as condições mais complexas e incapacitantes.

 

Não perca tempo e comece a resolver sua dor nas costas agora. Entre em contato e agende já sua consulta! 

 

Se quiser saber mais detalhes sobre como podemos tratar suas dores de coluna, leia mais abaixo:

 

OBS: ao fim do artigo listamos alguns exemplos de tratamento da coluna lombar e cervical. Confiram!

 

 


 

 

 

--- O texto abaixo inclui uma descrição geral de um processo avaliativo de dores na coluna e uma descrição não aprofundada, mas relativamente detalhada, do processo de escolha de condutas, assim como orientações gerais sobre como pode ocorrer a melhora durante o tratamento e como encontrar um Fisioterapeuta que possa tratá-lo. Em hipótese alguma esse texto tem a intenção de ensinar como realizar uma avaliação ou decidir como escolher a conduta. Por outro lado, não é nossa intenção exaurir todas as possibilidades de avaliação ou forma de escolha de conduta com este texto. Outros profissionais poderão ter seus próprios métodos avaliativos. ---

 

 

 

 

Proposta de Tratamento - Optima Fisioterapia

 

Você nos chega com uma queixa de dores na coluna, e quer resolvê-la, pois interfere com seu bem estar e suas atividades diárias, seja no trabalho, em casa, no lazer ou no esporte. Explicaremos abaixo sobre como funciona nossa avaliação e tratamento das dores de coluna. E essa explicação é válida quer você tenha uma dor na coluna lombar, torácica ou cervical, seja devido a uma hérnia de disco, uma vértebra “presa” ou qualquer outro motivo de origem músculo-esquelética.

 

 

 

 

 

Muito bem. Antes de tudo, é importante que você esteja com uma roupa que permita realizar movimentos para as sessões de avaliação e tratamento. Bermuda e camiseta são o suficiente. Outra coisa, se tiver já passado por um médico e feito exames, esteja com os exames em mãos.

 

Na primeira sessão realizaremos uma avaliação, que inclui saber mais sobre você, seu histórico médico e sua dor (como ela é, como se desenvolveu). Também é realizada uma avaliação física, que inclui tanto a avaliação postural, como testes de força, dor, controle do movimento e outros. Vamos falar mais de tudo isso a seguir.

 

 

 

 

Conversa inicial

Nessa conversa inicial sentaremos e lhe faremos algumas perguntas. Estaremos buscando saber mais sobre suas queixas e sua dor de coluna. Lhe perguntaremos quando ela começou, se isso aconteceu de maneira repentina ou foi aumentando aos poucos, como é a dor (ela se espalha, fica só num ponto, se assemelha a uma “agulhada”, é difusa, etc), onde ela é sentida, se ela “irradia”pela perna ou pelo braço, em quais situações ela piora ou melhora, dentre outras. Outra pergunta muito importante que faremos é “o que você faz que causa ou aumenta essa dor?”, assim como “o que você faz que diminui ou elimina a dor?”.

 

 

--- Sabendo mais sobre a dor poderemos dizer qual sua provável origem e dirigir o tratamento adequadamente. Evidentemente, tudo isso ainda será correlacionado com o exame físico (que detalharemos mais adiante) e outros sintomas eventuais para que a escolha da intervenção seja a mais segura e eficaz possível ---

 

 

Buscaremos saber mais sobre outras dores, lesões ou condições de saúde que você tem ou já teve, seus hábitos (exemplo: fuma, bebe, trabalha com o quê?) e um pouco sobre seu histórico de saúde familiar.

 

 

--- Existem diversos motivos pelos quais essas perguntas são importantes. Através delas podemos já identificar certas condições que nos impedem, para sua segurança, de realizar algumas técnicas. Por exemplo, se você tem osteoporose ou osteopenia não podemos realizar algumas técnicas articulares. Podemos também identificar condições que não são tratáveis com a Fisioterapia, e assim o encaminharemos para outro profissional. Como exemplo citamos alterações intestinais, as quais podem ser graves e gerar dores na coluna lombar. Se essas dores de origem intestinal forem tratadas com Fisioterapia, não serão obtidos resultados e você estará perdendo seu tempo. Nessa situação o ideal é lhe encaminharmos o quanto antes a um médico para que você possa receber um diagnóstico adequado. Observe que tudo isso é para garantirmos sua segurança!!! Sabendo que você não tem qualquer condição mais grave e que, então, está liberado pra receber nosso tratamento fisioterapêutico, é isso o que faremos! ---

 

 

A conversa inicial dá, então, lugar ao exame físico.

 

 

 

 

Exame Físico

O exame físico inclui avaliação postural, testes de dor, de controle do movimento, força muscular, mobilidade articular e outros. Será correlacionado com as informações da conversa inicial para a escolha mais adequada da intervenção. Abaixo descreveremos a avaliação feita, especificamente, na coluna. Importante mencionar isto pois, em alguns casos, o que se observa é que a alteração que causa a dor pode estar vindo de outra região do corpo. Um exemplo disto é uma grande diferença de comprimento entre as pernas. Estamos atentos a todos esses outros possíveis fatores mas, para fins de simplificação, descreveremos com mais detalhes a avaliação focada na coluna.

 

 

 

 

 

Avaliação em Pé

 A primeira atividade da avaliação em pé consiste na avaliação postural. Nela, pediremos para que você fique em pé à nossa frente. Iremos analisar sua postura para encontrarmos assimetrias e identificarmos seus padrões posturais. Com isso ficamos sabendo mais sobre músculos que estão tensos ou curtos, outros que estão fracos ou inativos, identificamos alterações como escoliose, hiperlordose, hipercifose, joelhos valgos, dentre outras.

 

Em seguida iniciaremos avaliações de dor e movimento. Essa etapa irá variar de acordo com a região em que a dor é sentida. Na coluna lombar, por exemplo, pediremos para que você se incline para frente, para trás e para os lados, assim como que gire o corpo. Em alguns desses movimentos iremos usar técnicas como pedir para que você repita várias vezes o movimento ou iremos lhe ajudar a realizar uma amplitude maior, dentre outras. Através do uso dessas técnicas será possível evidenciar dores que você costuma sentir, mas que não está sentindo durante a Fisioterapia. Isso é importante para que o tratamento traga resultados definitivos, pois uma dor não identificada corretamente pode voltar a aparecer depois. Tanto as características da dor, quanto o movimento, a direção e a posição em que ela aparece são importantes para identificarmos como escolheremos a conduta mais adequada para seu tratamento.

 

Após a avaliação de pé, realizaremos a avaliação na posição sentado.

 

 

 

Avaliação sentado

Muitas pessoas trabalham horas por dia nessa posição, o que pode favorecer condições como as Hérnias de Disco. A avaliação não deve ser apenas através de testes, mas também procuraremos saber sobre como você fica nessa posição no dia-a-dia, seja no trabalho, em casa ou em outras situações.

 

No caso da coluna cervical, é nessa posição que costumamos iniciar as avaliações de dor e movimento. Será pedido que você mostre os movimentos nos quais sente dor e limitação, e pediremos que movimente o pescoço, tal como, girando-o para os lados, ou inclinando-o. Poderemos ajudar com as mãos ou aplicar algumas técnicas, como pedir para que você corrija a postura, que repita alguns dos movimentos, dentre outras. Buscamos sempre identificar aquilo que mais te incomoda, mas quando parece que ainda há algum problema aprofundamos um pouco mais a avaliação para, de forma similar ao que fazemos na Avaliação em Pé, encontrarmos as dores mais sutis. Dessa forma poderemos realmente alcançar nosso objetivo, que é um tratamento que resolva o problema. .

 

Saindo um pouco da coluna cervical, na avaliação das outras regiões da coluna realizaremos manobras como a compressão do tronco através dos ombros (empurramos seus ombros para baixo), o que pode ser feito com o tronco inclinado para frente ou para os lados. Pediremos que se incline para frente, trás e lados, e que gire o tronco de forma similar ao que fizemos em pé. Em outro teste você esticará um joelho ao mesmo tempo em que dobra o pescoço à frente. Isso visa identificar se a dor se origina de nervos possivelmente comprimidos na coluna. Na posição sentada há maior compressão dos discos intervertebrais e, dessa forma, realizar alguns testes nessa posição pode nos dar mais informações sobre uma possível herniação ou protrusão do disco como origem das dores. Tudo isso visando identificar movimentos que geram dores e como elas são.

 

Ainda sentado realizaremos alguns testes de força (ex: você tenta dobrar o braço ou esticar o joelho enquanto oferecemos resistência com a mão) que servem não só para verificar a força, mas nos indicam qual segmento da coluna, cervical, torácica, lombar ou sacral pode estar sendo comprimido por uma hérnia de disco, por exemplo. Para este objetivo também realizaremos avaliação de alguns reflexos usando um martelo terapêutico (o teste popularmente conhecido de bater no joelho e observar ele se esticar é um exemplo clássico de um teste que avalia, no caso, o reflexo patelar).

 

Também pediremos para que você se levante e sente do assento para avaliarmos seu movimento e se ocorre dor. Depois disso iremos para a avaliação deitado.

 

 

 

Avaliação Deitado

A avaliação deitado é realizada de barriga para cima, de lado e de barriga para baixo. Em todas elas poderemos realizar alguns testes de força muscular como mencionamos anteriormente. Para fins de simplificação, não mencionaremos os testes de força, mas os princípios são os mesmos que mencionamos na parte de Avaliação Sentado.

 

---Barriga para baixo

De barriga para baixo iremos verificar como está sua coluna e os músculos ao redor dela. Iremos pressionar algumas vértebras para analisarmos sua mobilidade e possível desencadeamento de dor. Também apertaremos alguns músculos para ver se estão muito tensos ou flácidos. No caso da coluna lombar, podemos pedir que estique o corpo para trás e para cima repetidas vezes para ver a mobilidade e interferência com a dor. Também para a coluna lombar poderemos realizar um teste que visa verificar se há diminuição da dor na compressão da vértebra quando você estica uma perna para trás. Importante mencionar que também verificaremos a mobilidade de seu quadril, assim como a elasticidade de certos músculos.

 

---Deitado de Lado

Em relação à posição de deitado lateralmente,realizaremos alguns testes de força, pressionaremos algumas vértebras e outros testes, como o teste da Síndrome do Piriforme.

 

---Barriga para cima

Com você de barriga para cima pediremos que levante cada uma das pernas, esticada, para cima, e verificaremos a amplitude do movimento, se ele elicia dor e onde. Avaliaremos também a bacia, sendo que empurraremos os ossos dos dois lados para ver se isso gera dor. Observaremos o movimento de suas costelas ao respirar, e verificaremos se elas estão muito levantadas ou não. Pediremos que contraia sua musculatura da barriga com o objetivo de ver se você consegue ativar esses músculos. Podemos pedir outros testes de força e controle do movimento e da musculatura que, via de regra, são exercícios onde você tem de manter a musculatura abdominal contraída enquanto realiza movimentos lentos com as pernas.

 

 

 

 

 

 

 

Como é escolhido o Tratamento

 

Uma vez encerrada a conversa e os testes clínicos, cabe ao Fisioterapeuta escolher a conduta (conjunto de procedimentos) que serão realizados para melhora do quadro de dor e de limitação que o paciente apresenta. Isso é feito com base nas informações obtidas durante a avaliação e, tanto as informações oriundas da conversa como dos testes clínicos são importantes.

 

 

--- De fato, é necessário sempre verificar se o paciente realmente deve receber tratamento pela Fisioterapia. Como falamos anteriormente, caso se verifique que a dor não é tratável com a Fisioterapia, deve ser encaminhada para outro profissional o quanto antes ---

 

 

Muitas vezes o que se observa é um padrão nessas informações. Pessoas cuja dor lombar parece se originar do Disco Intervertebral, geralmente devido à uma Hérnia de Disco ou Protrusão Discal, costumam apresentar piora da dor ao sentar, ao dobrar o tronco à frente diversas vezes seguidas, em casos mais graves ao tossir ou ao liberar os intestinos, podendo inclusive ter a conhecida “Dor Ciática”, que é a dor que desce pelo trajeto do nervo ciático (ou seja, pela região de trás do glúteo, espalhando-se por trás e lados da coxa, chegando à perna e ao pé).

 

Dores de origem mecânica, que ocorrem devido à aproximação excessiva de estruturas da coluna, geralmente são sentidas do mesmo lado em que se realiza um movimento. Por exemplo, se você se inclina para a direita e sente dor do lado direito, pontual, num local que você identifica com clareza, essa dor provavelmente é uma dor mecânica que ocorre devido à aproximação dos tecidos, como por exemplo, as articulações da região lateral das vértebras.

 

A falta de capacidade de ativar os músculos do abdomem, especialmente se associada a um aumento da mobilidade das vértebras (que testamos quando você estava deitado de barriga para baixo) geralmente vai indicar que suas dores têm origem na falta de estabilidade da coluna lombar, por exemplo.

 

Ou seja, estabelece-se uma linha de raciocínio clínico que nos leva à escolha mais adequada de qual conduta seguir. E observe que, muitas vezes, você pode ter mais de uma dor, ou suas dores terem mais de uma origem. É possível ter uma dor devido à Hérnia de Disco quando você também tem uma instabilidade muscular. Nesse caso será necessário um trabalho que lhe ajude com a dor devido à hérnia, e um trabalho de estabilização da musculatura. Uma pode ter sido a causa da outra.

 

 

 

 

Como saber que estou melhorando? Como é a melhora?

 

 

 

 

 

Em primeiro lugar observe a resposta da dor logo após a sessão. Ficou melhor? Depois, observe a resposta ao longo do resto do dia. A dor deve diminuir durante a sessão e se manter ao longo do dia. E essa melhora tem que ser uma melhora significativa, que costumamos dizer que deve ser de, pelo menos, 30% logo na primeira sessão. Consideramos valores menores que esse como insignificantes, pois muitas vezes pode ser o próprio desejo de melhorar combinado com o fato de ter “recebido um tratamento”que deu a impressão de que houve melhora.

 

A verdade é que a intensidade da melhora com o tratamento vai variar de pessoa pra pessoa mesmo em casos semelhantes. Em pessoas com diagnósticos semelhantes, sintomas semelhantes e gravidade semelhante, a evolução pode variar. Enquanto uma melhora 80% em 3 sessões, a outra melhorou “apenas” 50% (as aspas estão sendo usadas pois, em casos graves, uma melhora de 50% é muito importante para a pessoa que estava com dor. Pode ser a diferença entre não dormir a noite toda devido à dor e dormir profundamente, com claro benefício no bem estar).

 

Por outro lado, é freqüente, especialmente em casos graves, uma certa oscilação da melhora. No primeiro dia você melhora 50%, no dia seguinte, em que não fez Fisioterapia, você está um pouco pior, mas então vai à fisio melhora (em relação a como estava antes de se tratar) 60%. E aos poucos vai melhorando mais e mais. Mesmo em casos graves é possível uma melhora substancial em poucas sessões. Casos de Hérnia de Disco, com significativa limitação e dor, em duas ou mesmo três sessões é possível uma melhora de 80 a 90% para a realização de certas atividades diárias.

 

Em casos mais simples muitas vezes são necessárias duas ou três sessões apenas para uma melhora de 100%, com retorno às atividades.

 

Se você vinha tomando remédios para diminuir a dor, vai perceber que precisa tomar menos ou mesmo que não precisa mais deles. 

 

Mas não adianta obter a melhora e parar de fazer o tratamento. Após o fim das sessões e retorno às suas atividades, sempre recomendamos exercícios de manutenção. Isso somado ao que você já aprendeu sobre seu problema tem o objetivo de lhe manter protegido de qualquer agravamento.

 

 

 

 

Bom , então eu nem preciso ir ao médico?

Achamos importante que vá a um bom médico, mas os Fisioterapeutas são autônomos e sabem quando é necessária a indicação a outro profissional. Em alguns casos consideramos importantíssima a passagem com um médico especializado. Além da realização de exames, a orientação de medicamentos para tolerar a dor e ter mais bem estar em casos em que a dor é muito intensa dá ao paciente melhores condições no dia-a-dia. Em casos como Hérnias de Disco pode ser necessário, numa fase inicial, o uso de medicamentos para controle do processo inflamatório antes de se obter resultados concretos com a Fisioterapia.

 

 

 

 

Como encontro um bom Fisioterapeuta?

Converse com os Fisioterapeutas que você encontrar e procure saber sobre como é o Tratamento. Não importa a técnica, se ele diz usar RPG, quiropraxia, osteopatia, outra ou nenhuma, isso é o de menos. O que você precisa encontrar é um bom Fisioterapeuta que saiba tratar dores de coluna. Não existe comprovação de que esta ou aquela metodologia funciona, mesmo porque o uso das condutas varia muito dentro de profissionais que usam a mesma metodologia. O Fisioterapeuta, independentemente da metodologia, é quem tem de ter o conhecimento para tratar de sua coluna.

 

Costumamos dizer que tratamentos que envolvem a combinação de técnicas manuais (nas quais o Fisioterapeuta toca o corpo para mover tecidos ou articulações) com exercícios terapêuticos são os que realmente funcionam. A realização de terapias totalmente passivas apenas, como aplicação de estímulos elétricos, aplicação de calor ou outras, costuma ser ineficaz ou produzir apenas resultados limitados.

 

Por outro lado, condutas que se focam apenas em técnicas manuais, ou somente em exercícios poderão ser úteis de forma limitada. Por exemplo, o uso somente de técnicas manuais poderá trazer alívio a curto prazo para algumas pessoas mas, sem a  realização de exercícios, as dores voltarão após algum tempo. Somente o uso de exercícios, por outro lado, poderá trazer resultados apenas parciais ou, dependendo do indivíduo e do tipo de exercícios, até mesmo prejudiciais.

 

Entre em contato para começar seu tratamento! 

 

 

 

 

Exemplos de Tratamentos

 

Exemplo 1 - resolução das dores de hérnia do disco lombar em apenas 1 sessão de tratamento.

Senhor de 60 anos de idade, com queixa de dor lombar irradiando pela coxa e perna direita há mais de 1 ano. Seu objetivo era retornar a correr sem dores. Já havia tentado tratamento com Liberação Miofascial, RPG, Quiropraxia, Acupuntura, sem obter sucesso. Realizamos todo nosso processo de avaliação, o qual nos fez sugerir exercícios específicos utilizados no tratamento de herniações discais. O paciente foi posicionado e realizou uma série de movimentos específicos para seu problema, obtendo melhora imediata dos sintomas. Repetiu mais algumas séries e ficou sem sintoma ou dor alguma. Orientamos que continuasse realizando aqueles exercícios, que nos procurasse acaso houvesse algum  aumento das dores e que voltasse a correr sentindo, no máximo dores mínimas que não aumentassem no dia seguinte. A melhora foi progressiva e constante, sendo que dois meses depois da única sessão de tratamento conversamos e nos informou que estava correndo sem qualquer limitação ou dor.

 

Exemplo 2 - retorno às atividades após hérnia de disco incapacitante em 1 semana

Homem de 30 a 40 anos, profissional de informática, nos procurou através de sua esposa pois encontrava-se acamado. Fomos atender a domicílio e realizamos detalhada avaliação da coluna que nos mostrou uma dor irradiando até o pé esquerdo desde a coluna lombar.  Realizamos exercícios específicos para hérnias de disco na primeira sessão, com melhora imediata das dores (mas não resolução completa), de forma que iríamos continuar o tratamento no dia seguinte. Para nossa surpresa, paciente relatou ter havido uma leve piora da dor e readaptamos os exercícios para retomar o caminho da melhora. Isso foi feito, juntamente a técnicas gerais de alívio da dor e, com isso, obtivemos uma melhora significativa da dor.  Na terceira sessão, iniciamos "exercícios de estabilização" da coluna lombar. Mantivemos essa combinação de tratamento. Foi realizada apenas uma semana de tratamento para um paciente acamado devido às dores poder retornar ao seu trabalho sem limitações físicas.

 

Exemplo 3 - dor cervical tratada em apenas 1 sessão

Atleta de 30 a 40 anos de idade, com dor cervical após treinamento intensivo, dor maior à direita, gerando formigamento na região de trás do ombro. Precisava retornar às atividades o quanto antes. Nossa avaliação identificou que as dores não tinham uma origem grave e que se originavam do aumento da tensão (tônus) da musculatura. Realizamos um trabalho específico para diminuição do tônus, com resultados parciais. Complementamos com o tracionamento manual da coluna cervical que trouxe benefícios imediatos, eliminando a dor e restaurando toda a amplitude do movimento. Retornou ao esporte no dia seguinte sem limitações.

 

Exemplo 4 - alta para atleta em apenas 1 sessão de tratamento

Paciente de quase 40 anos de idade, surfista, nos procurou com queixa de dores lombares há mais de 6 meses, piorando progressivamente. Realizamos extensa avaliação da coluna lombar e seguimentos próximos. Havia limitação em alguns movimentos do tronco, que o atrapalhavam na prática esportiva. Foi realizada a aplicação de uma técnica articular rápida, que promoveu efeito imediato de diminuição quase total da dor. Voltou à prática esportiva nos dias seguintes, sem limitações.

 

Exemplo 5 - a importância da respiração e a dor lombar

Mulher entre 60 e 70 anos, praticante de yôga. Contrariamente ao que se costuma observar, ela conseguia ativar consistentemente a musculatura profunda do abdômem, mas não conseguia utilizar a musculatura superficial. Essa alteração parecia contribuir para seu padrão respiratório, que tecnicamente é chamado de "padrão apical", no qual o tórax é muito utilizado, enquanto a barriga não (inspira-se inflando o tórax sem inflar a barriga). Esse padrão favorece um alongamento da musculatura abdominal superficial, ajudando a inibi-la. Em 3 sessões foi feito o reequilíbrio da respiração e conseguiu-se a ativação correta da musculatura superficial do abdomem em conjunto com a profunda. Paciente liberada sem qualquer dor.

 

Exemplo 6 - hérnia cervical tratada em 7 sessões (um mês)

Paciente de 18 a 25 anos, com diagnóstico de herniação discal cervical, se queixando de dor no pescoço irradiando para ombro e braço esquerdo, e dificuldade de dormir devido à dor. Dificuldade em mover o pescoço na maior parte das direções gerava dor, exceto ao girar para o lado direito. Realizamos um trabalho de mobilização dos nervos e dessensibilização da dor através de movimentos diagonais realizados com os membros superiores e, à medida em que a dor foi cedendo, começamos um trabalho de estabilização do pescoço através de exercícios para os músculos profundos. O trabalho durou 7 sessões ao longo de um mês, com paciente liberado sem dores ou incômodos, e sem dificuldades de dormir.

 

Exemplo 7 -  5 minutos de tratamento

Paciente 60 a 80 anos, praticante de Pilates. Paciente havia deixado de realizar algumas aulas, quando retornou o fez de forma não progressiva. Havia dor na coluna lombar com limitação de movimento (não conseguia se inclinar para os lados, para trás, nem girar o tronco) e aumento da rigidez da musculatura. Realizamos liberação das tensões com massagem deslizante, paciente sentada à frente do terapeuta com leve inclinação de tronco anterior. Em 5 minutos houve melhora de mais de 80% das dores e limitações. Não foram necessária outras sessões.

 

Exemplo  8 - a importância de se saber tratar a articulação sacro-ilíaca

Paciente de 40 a 60 anos, dor na região de glúteos, muita dificuldade para subir ou descer escadas, moderada para caminhar. Nossa avaliação indicou disfunção da articulação sacro-ilíaca. No primeiro dia realizamos dois ajustes de amplitude curta, com melhora de 80% da dor e na liberdade de caminhar ou subir/descer escadas. Nova sessão realizada no dia seguinte, pois correções se mantiveram até o dia seguinte, mas ao carregar peso, as dores e dificuldades retornaram. Aplicamos duas técnicas de mobilização com movimento, uma delas numa situação funcional (paciente levantando uma das pernas – como se desse um passo) e a outra com inclinação do tronco, melhora de 90% das dores e dificuldades de movimento. Melhora subseqüente nos dias que se seguiram sem necessidade de novas seções. Apenas 2 sessões foram necessárias.

 

Exemplo 9 - resolução dos sintomas em apenas 2 sessões de tratamento

Mulher com mais de 70 anos com dor e incômodo na coluna, maior à direita, na parte de baixo da coluna lombar. Não conseguia realizar ginástica ou pilates, se sentia com a coluna travada. Encontramos dor e limitação no movimento de inclinação de tronco e, para o tratamento, realizamos uma técnica de liberação da articulação e a paciente relatou melhora imediata. Três dias depois, no retorno, melhora na dor e no incômodo, mas ainda havia alguma dor. Nova avaliação realizada, ainda havia limitação na inclinação lateral, e aplicamos nova técnica articular com eliminação da dor e do incômodo. A paciente pôde retornar às suas atividades plenamente após apenas 2 sessões.

 

Exemplo 10 - retorno às atividades após 3 sessões (1 sessão por semana)

Mulher  de 20 a 30 anos, dor em coluna lombar, maior do lado direito. Dor aparecia somente durante o dia, ou ao deitar de noite. Avaliação revelou excesso de mobilidade das vértebras da coluna lombar associada à falta de estabilidade na região, observou-se também déficit de controle do posicionamento da bacia. Iniciou-se trabalho de estabilização da coluna através de um programa de exercícios específicos para a musculatura superficial e profunda. Realizou-se 1 sessão por semana em sistema de acompanhamento. Após a terceira sessão paciente estava sem dor com rotina de sono melhorada. Na primeira oportunidade que teve, paciente voltou a suas atividades físicas sem limitações ou dores.

 

Exemplo 11 - dor cervical tratada em 2 sessões

Paciente de 18 a 25 anos, praticante de musculação, com dor na região do pescoço e do músculo trapézio, com limitação em girar o pescoço para a esquerda, além de dor torácica. Sintomas presentes há mais de 3 meses. Realizamos trabalho de liberação da tensão muscular através de técnicas manuais compressivas. Liberada em apenas 2 sessões, sem dores ou limitações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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